Stade de France – sem traumas e com entretenimento

Todos os Assuntos, Viagens — Por - 16/09/2011 9:29 am

Entrada do Stade de France.

Para muitos brasileiros, o Stade de France é sinônimo de vergonha depois da estranha final entre Brasil e França, na Copa de 98. Para quem se interessa por história, arquitetura e futebol (sem traumas, é claro), a visita é bem interessante.

     Localizado próximo à Basílica de Saint Denis, o estádio oferece visitas monitoradas em inglês e francês. Os visitantes conhecem a história do local, detalhes de sua construção e o tempo que a obra levou para ser concluída até a Copa.

    No espaço do museu, há um filme controlado pelo visitante que reproduz, em tempo acelerado, as fases das obras, desde as fundações até o momento em que suas luzes foram acesas pela primeira vez. Há também jornais que contam, jogo a jogo, a trajetória da Seleção Francesa, transbordando a emoção da imprensa a cada novo resultado na esperança de uma final vitoriosa em casa.

    No vestiário, as camisas da Seleção ficam penduradas conforme os jogadores ocupavam seus armários, com a de Zidane à esquerda, capitão da equipe e responsável por intermediar orientações entre técnico e companheiros.

Camisetas expostas como na época da copa

Após, o grupo de visitantes percorre a parte dos “bastidores”, visita as salas da imprensa, o vestiário, a sauna e o gramado, numa simulação de “entrada em campo no dia do jogo”. É impossível deixar de pensar na final, na sensação e na comemoração da seleção francesa vencendo a Copa na própria casa.

     Há também um hall com anúncios de apresentações teatrais e concertos, além de guitarras, baquetas e outros instrumentos de bandas que lá tocaram, como U2, Rolling Stones, ACDC, entre outras.

Cartazes e instrumentos – as presenças ilustres no estádio.

Ainda no espaço, temos camisas de outras seleções da Copa de 98 autografadas por seus jogadores e, para nossa surpresa, a do Brasil foi assinada somente por um, Ronaldo.

 

Equipes deixaram suas camisas autografadas.

O acesso é fácil, porém é preciso informar-se para não “perder a viagem”, pois as visitas ocorrem em horários predeterminados e em número limitado. 

Vale a pena conferir.

Samanta
samanta_m@ig.com.br

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